Cheguei a conclusão de que, ao menos hoje, eu acho que a felicidade pode ser tão assustadora quanto a tristeza.
Que seria errado negar que uma não existe sem a outra, já que sem a tristeza
não apreciariamos a felicidade em nada.
Assim como que, sem a solidão,
jamais sentiríamos a falta daquela companhia que tanto gostamos e ansiamos em
ter novamente - tanto quanto jamais enalteceríamos o silêncio sem conhecer um
estrondoso e repetitivo barulho degradante aos nossos ouvidos...
