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Sara

Eu quero te contar uma história. 
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Era uma vez uma garota que em busca de uma vida melhor, deu um abraço carinhoso nos seus pais, acariciou seus bichinhos de estimação uma vez mais e, jogando no seu ombro a única mala que tinha, saiu pelo portão de casa em uma tarde não tão fria de inverno e caminhou em direção ao ônibus que tomaria para a cidade grande.
Lá ela foi viver com um amigo da família: um senhor já de idade que apesar de morar sozinho, recebia visitas constantes de sua amada família. Ele concordou em fazer o favor de alugar o quarto menor que não usava para a menina da nossa história. 
Nossa garota não sabia muito da vida, mas chegando nesta cidade nova, juntou toda a disposição e ânimo que tinha e encarou cada dia a dia com um sorriso no rosto, força nas pernas e coragem no coração. Encantou a algumas pessoas por onde passou, e irritou outras também. Pessoas com opinião própria são assim: não agradam a todos e não há nada de errado com isso.
Sara, nossa garota, trabalhava o dia todo e estudava a noite duas vezes por semana. No fim do dia, estava tão cansada que o que mais queria era estar de volta em sua cama, para ler o seu livro antes de dormir, 6 horas antes de ter que acordar para abraçar mais um dia cheio de novas oportunidades.
Mas ao chegar em casa, se deparava com uma sujeira tão grande em sua cama, que antes mesmo de tomar banho ela precisava, de novo no dia, arrumar e limpar tudo. A sujeira era do neto do amigo da família que a hospedava por um preço, mas que não respeitava seu espaço e deixava seu neto mexer em suas coisas e sujar tudo. 
Numa tentativa que reconciliar a situação, ela tentou conversar com o gentil senhor que a permitia alugar aquele quarto, mas ele riu de Sara, dizendo que o quarto era dele para fazer o que quisesse. Mas oras, ela o lembrou, ela ainda pagava pelo aluguel. E uma moça jovem precisa de sua privacidade. O senhor, já não tão gentil, disse que não ouviria mais daquilo. 
Sara pediu então a seu pai que interviesse e conversasse com seu amigo. Mas seu pai, temendo um atrito que pudesse lhe afetar os negócios, se recusou. E nossa Sara, dizendo a si mesma que aquilo não era de grande importância, se relegou e aceitar uma situação, assim, desrespeitosa. 
Não tardou para que logo dinheiro começasse a sumir, pertences a quebrarem e peças de roupa sujarem constantemente. Vendo-se numa situação sufocante, Sara procurou outro lugar para viver, mas a oferta era baixa e a procura era alta, e a busca ficou cada vez mais difícil. Sentindo-se desamparada e sem espaço para respirar com o mínimo de paz, Sara começou a sair para happy hours com Seus colegas de trabalho, na tentativa desesperada de evitar ficar tempo demasiado naquela situação desrespeitosa. E lá, nos Happy Hours, seu laço de amizade com o rapaz Rodrigo se intensificou, e o que era antes apenas amizade passou para algo mais. 
Rodrigo era um bom rapaz, tinha concluído com mérito sua faculdade e estudava para seu mestrado. Era trabalhador dedicado e um moço independente. Todos os amigos e colegas de trabalho em comum dos dois acreditavam que Sara e Rodrigo eram uma combinação perfeita, visto que ambos eram gentis, dedicados, honestos e com um ótimo compasso de ética e moral. 
Acreditando que seus amigos estivessem certos, Sara se envolveu cada vez mais com Rodrigo. E, para o alívio de Sara, Rodrigo logo virou também um refúgio. 
Mas refúgios não são garantidores de um futuro melhor, e a situação na moradia de Sara ficou cada vez pior. Sem dormir direito, o desempenho de Sara decaiu tanto na escola quanto no trabalho. Ela viu sua aparência ficar abatida e até mesmo perder a cor. Antes que pudesse processar o que acontecia consigo mesma, ela entrou em estado deprimido e em modo automático. Saía se amigos chamassem. Já não discutia com seu chefe no trabalho, o que não agradou muito ao chefe, pois apesar das discussões, ele sempre apreciou as opiniões detalhadas e construtivas da moça. Não tinha vontade de fazer nada, mas ainda se encontrava com Rodrigo, que tentava a reanimar com idas a eventos de músicas que ambos gostavam, visitas a restaurantes diferentes e legais, filmes e séries inspiradores. 
Mas uma bela manhã, quando Sara ainda dormia, Rodrigo a acordou com toques que apesar de carinhosos ela não os queria. E sem cerimônia alguma ou consideração pelas recusas da moça que saía com ele há alguns meses e vez ou outra dormia em seu apartamento, Rodrigo forçou obter o que dela queria.
Sem forças pra discutir ou reagir, Sara sequer conseguiu processar o ocorrido. Cansada e sentindo-se drenada de energias, de certa forma suja e machucada, ela voltou para o quarto onde pagava seu aluguel. Ignorando as tentativas de conflito com o dono, ela dirigiu-se para o banheiro, onde tomou o que lhe parecia ser o banho mais demorado de sua vida (pois não conseguia, por mais que esfregasse a bucha, tirar aquela sensação de sujeira), e só saiu quando (de novo) o dono desligou a águia quente na central que ficava na cozinha, dando na moça um chique térmico. Tensa pela choque térmica e atordoada pela barulheira em sua mente, ela foi-se deitar em sua cama, que novamente estava suja e desarrumada - uma sujeira e desordem novamente feitas por outrem. Não conseguiu dormir, nem entender o que sentia nem como nem porque. Não tinha fome, nem sede nem vontade de nada.
Mas voltou ao trabalho. Seja o que fosse, o relógio de ponto que registrava a presença de todos não perdoa ausências, não importa de qual tipo. E as contas precisavam ser pagas.
Rodrigo tentou falar com ela, mas sem sorte em obter algo além de um olhar vago da moça, pois Sara não sabia o que nem como responder algo a ele nem a ninguém. E sentia-se mal e culpada por agir assim, pois o Rodrigo havia sido alguém em que confiava.
Algumas semanas depois, quando o projeto de Sara foi concluído e o contrato de trabalho não foi renovado, um amigo de Sara a telefonou para conversar a toa. Era um amigo de infância muito insistente e que aos poucos foi conseguindo reações da moça, mesmo que breve e pequenas. Ora um riso curto, ora uma reprimenda. E em meio a um papo sobre envolvimentos amorosos, Sara contou ao seu amigo sobre como havia conhecido alguém, mas que não havia dado certo. Seu amigo de infância quis saber porque não, e ela contou sobre o ocorrido naquela estranha manhã, onde ela fez sexo com Rodrigo depois que ele insistiu muito, apesar dela já ter recusado várias vezes. Ela disse ao seu amigo pelo telefone que não entendia o porquê de não conseguir ficar mais perto de Rodrigo, já que "nada de mais" tinha acontecido. Um silêncio seguiu-se ao telefone e, sem saber muito bem escolher suas palavras seu amigo de longa data a disse: "vc já estava numa situação desprovida de respeito onde vc mora, e o tal Rodrigo, o que ele fez... foi praticamente um estupro... Vc realmente não sabe mais por que não se importa com mais nada na vida?" 
Estupro. Precisou de um amigo seu dizer pra ela que entendesse. Oras pois, onde já se viu uma pessoa forte se permitir chegar a tal ponto em que algo assim acontece? Então ela não era forte, talvez nunca tivesse sido. Não, estupro, como dizem, é coisa que acontece com gente fraca. Mas se fosse "coisa de gente fraca", pensou, isso não aconteceria com crianças ou mesmo adultos indefesos. Aquele ato que a sociedade adora dizer que só acontece com pessoas fracas, ou que se vestem de uma maneira provocadora, como se pedissem. Mas oras, se pedissem, então seria um ato consentido, não passível de ser rotulado de estupro. Não obstante, estupro se tivesse algo a ver com força, seria devido a necessidade do criminoso em subjulgar alguém; nada tendo a ver com a força ou fraqueza da vítima. Mas nada disse importa. Única coisa que deveria importar é o crime cometido.
Estupro. A palavra ecoou na mente de Sara e levou alguns dias para ela compreender a situação insana em que se encontrava. E quando compreendeu, entendeu que se não fosse pela necessidade que sentia de ficar longe de um ambiente de desrespeito e turbulência, mas que era pra ser seu aconchegante lar, ela jamais teria feito de sua vida social e romântica um refúgio. Não teria deprimido e não teria ficado sem forças pra lutar ou fugir de uma situação em que lhe roubam a identidade, dignidades, respeito e escolhas que é a situação de estupro. 
E numa chuvosa manhã fria de outono, ela tomou sua decisão. Fechou suas malas e, partiu sem dizer adeus. 
E foi assim que aquela menina, outrora cheia de sonhos e confiança em um futuro melhor, foi-se embora não somente de um lar hostil, mas da vida. E ficou apenas a carcaça de uma Sara com uma identidade vazia a ser reconstruída sobre os alicerces de algo irreparável.

(mis)Impressions

I'm feeling something
but I don't know what it is.
I'd normally guess it's hunger
but I just had something to eat.

It's also not anxiety,
for that's always with me;
and this started last night
when my heart in a different rhythm started to beat.

It got me smiling
and daydreaming for a bit...

But then I remembered reality,
where all of this truly started,
and at once I was reminded,
that perhaps I was misreading
an unusual pleasantry
for a wishful dream;
as if taking for my missing half
someone who could just be
another version of me.

Depression: unworthy, unfit

I look in the mirror and I see
I see a pair of green eyes still strong with
a passion for what's fair and what's right
A pair of eyes daydreaming of things simple and pure, black and white

And that's when I realize that
It's as if I'm unfit
Unfit to live in society
Unfit to care for another being
Unfit to have a healthy relationship
Unfit for a long lasting, career progress job

Back in the mirror I see a fair skin  against a honey blond hair
A good looking appearence despite all the attempts
To be a dischevelled and careless type

And then I realize, once again
How unfit I am
to show my face outside
to meet someone new
to try out for new roles
to dare a take what could or should be mine

One last time I gaze in that mirror
and I see a tall girl with curvy lines
a pretty face on a young expression
nothing but a confused and gypsy soul reflection

And that's when I realize that despite all my inteligence and efforts,
I still am seen as unfit
Unfit for being taken seriously
Unfit for being respected back
Unfit for being cared about
Unfit for having a decent future
Unfit for receiving my well earned prizes.

And then I feel lost
I feel dazed
I feel confused
I feel abandoned

Hopeless,
As if even my own reflection at that mirror had too decided I am unfit and unworthy,
and then deserted me, leaving me to my own demises.

Caged Bird

Caged Bird
By Maya Angelou

A free bird leaps
on the back of the wind  
and floats downstream  
till the current ends
and dips his wing
in the orange sun rays
and dares to claim the sky.

But a bird that stalks
down his narrow cage
can seldom see through
his bars of rage
his wings are clipped and  
his feet are tied
so he opens his throat to sing.

The caged bird sings  
with a fearful trill  
of things unknown  
but longed for still  
and his tune is heard  
on the distant hill  
for the caged bird  
sings of freedom.

The free bird thinks of another breeze
and the trade winds soft through the sighing trees
and the fat worms waiting on a dawn bright lawn
and he names the sky his own

But a caged bird stands on the grave of dreams  
his shadow shouts on a nightmare scream  
his wings are clipped and his feet are tied  
so he opens his throat to sing.

The caged bird sings  
with a fearful trill  
of things unknown  
but longed for still  
and his tune is heard  
on the distant hill  
for the caged bird  
sings of freedom.

Within

I used to be afraid that one day my fire would no longer burn;

That the intensity of how i feel everything and everyone would fade;

And the passion in each positive, neutral and negative (re)action would cease to be.

I used to fear the day when my heart would beat an indifferent beat;

When my soul would go numb, and would go grey;

My tone, my sound, the echo of me would turn cold;

And my mind would become so willingly silent
that I no longer would recognize my very self anymore.

Now days and nights go by
Another set of candles get blown on yet another Valentine's day...

...And with its flame another inch of my own fire gets taken away.

Who am I, anyway?

And who was I, back before this day?

Shallow Dive

Sometimes we meet a person
and we think they are the most
beautiful song we'll ever listen to

They make love stories finally make sense
fairy tales to feel so real
color to have sounds
and sounds to tickle your skin

And through them we become capable of seeing so much of
joy
goodness
time
hope

There's this thrilling sense of an unforgettable adventure

It's alluring
breathtaking
mesmerizing.

But just then,
into the thin air,
everything disappears...

...when you find out about

the lies
how they used you
how so easily they tossed you away

"Easy comes, easy goes" they say
Couldn't be more true

The illusion shatters into glassy pieces
And into those glassy pieces I glance
and those pieces become a mirror

And into that mirror I dare to look.
and in there I dont see what my mind truly yearns for
--a passage to a different, magical world--

what I really see,
at first,
are this once soulful green eyes,
now filled with a raging fire, a desire to break free and to be dark and mean
I felt my soul colder than ice
My emotions greyer than an empty sky

So I closed my eyes
to let this darkness take over me

a materialising shadow involving me

And my heart didnt race
my mind, still
my body, relaxed

I died for a moment
And when I finally opened back my eyes

to see what all that darkness had turned me into
to see what mean weapon had it given to me

I saw...
Me.

I saw...
Hope.

Quick Glance at the Mirror of Time

I wrote this almost a year ago... and I still feel this way. Maybe even more now than I did before.

××

I wish I could be more of the not-so-much-little girl I used be.

She was stronger.
She had a light soul, an honest happy smile and soulful eyes.
She also had a strength that no little girl was expected to have. 
And even with all the darkness she faced, she still sparkled.

And she could draw, write, sing, play and create an entire new world. She could make everything happen.

She dreamt magical dreams. And she went for the biggest of challenges, the grandest goals.

She had no pathlines to where I've come.

I look back and I smile proudly at a enchanting little girl who would be sad and disappointed about who I have become, knowing she'd share a silent tear and would try to tender all the scars I collected along the way.

Because she is good and kind...
... and I'm just completely lost. 

O Quase Porquê do "Assim"


Eu lembro que quando criança a gente assistia a esse seriado, The Pretender. Mais do que qualquer outro seriado que eu já havia visto, aquele me prendia a atenção. Jarod era um simulador, um gênio que havia sido capturado ainda criança pelo Centro e treinado pra fazer o que a instituição bem determinasse. Mas Jarod conseguiu fugir. E como Pretender, ele podia ser tudo o que quisesse.
Tinha sido piloto de avião, médico, bombeiro, professor universitário, engenheiro, etc... mas no fim das contas, apesar de cada episódio ser um profissional diferente pra poder descobrir o que queria (e por tabela, ajudar um grande número de pessoas), no final ele era só mais um fugitivo e alguém que havia sido de tudo, menos a si mesmo. O que, creio, é errado dizer, já que ele ser assim era ele como era.


E no fim das contas você tem N habilidades. Você é designer (por mais que negue), canta (sem inspirar ninguém a vaiar), conserta computadores, ensina, dá treinamentos, atende e controla fluxos de caixa; é fotografa, grava e até já fez uns bicos de limpeza pra repor a grana que você gastou inconsequentemente; já foi tradutora amadora, se dá bem com matemática, química e biologia; já estudou pra ser hacker (e adorava isso) e até já foi a pior pessoa que vc nem imaginava poder ser (e que hoje você entende que consegue ser bem pior)... Já foi a garota que deu a volta por cima e se descobriveu quase invencivel, a sangue frio mercenária que adorava ver um sangue jorrar, a arqueira arcana que recontou toda a História como se conhece e também já foi a herdeira boêmia, fria e arredia, mas complentamente intensa em tudo que faz. Mas o que você não soube ser foi ser você mesma - pois, por mais que o faz de contas alimente nossas necessidades mais básicas (ou ao menos nos dê a sensação de), chega uma hora que a realidade bate a sua porta e, como num piscar de olhos, o tempo passou, tudo mudou e o espelho não é mais uma passagem secreta, e sim apenas algo que reflete a imagem de algo que nem sempre você se contenta em ver.
Mas é quando essa tênue linha, que pode te derrubar pra um momento ultra-depressivo, vibra, você se vê fazendo algo que não imaginaria: com uma postura invencível, você tá completamente equilibrada sobre suas pernas, com uma expressão desafiadora e brincalhona (mas que de brincadeira não tem nada) no rosto e um olhar que frisa a expressão de sua mão, que gesticulou um incrível foda-se pra tudo o que está errado - até a si mesma.

E ai você cai nesse ciclo vicioso de ficar se reinventado toda hora, e sempre que dá errado, manda tudo a merda e começa de novo. O que só vira um problema quando você se esquece dos propósitos que te levaram a cada decisão - mas foi esse mesmo esquecimento de propósitos e sonhos que te fez querer e tentar ser tanta coisa ao mesmo tempo. "Tentar", pq no fim das coisas você não foi nada por completo e apenas acabou como alguém com N habilidades e sem saber o que realmente quer ser - até pq, depois de ser tanta coisa em pouco tempo, você acaba querendo ser mais outro tanto de coisas que você ainda não foi.

Mas no fim, tudo o que vc quer é que tudo acabe bem - até pq enquanto não estiver bem, não acabou.

Receita Desmiolada pra Gaiola "Do-Contra"

Antes de mais nada, não entendam errado. Eu adoro essas crianças e elas são ótimas, fantásticas e, principalmente, umas fofuras! *-* Awn! Até pq, elas me lembram ótimas coisas que deixei pra trás (mas volto pra buscar! hahaha)
O blablablá abaixo é sobre a decisão em si. =) 


Receita Desmiolada pra Gaiola "Do-Contra"

Tudo o que você precisa é uma máquina de lavar-roupas, afinal de contas, você não quer sujar (diretamente) as suas próprias mãos,  não é?
Com a máquina de lavar-roupas de tampa/porta aberta, você joga lá dentro (no mínimo):
- Todo o seu orgulho (ou quase)
- Todas as lembranças que te causam mágoas
- Todas as suas dores
- Todas as saudades (que vc já sente, sentiu e sabe que ainda vai sentir)
- Os eventos mais felizes e recentes
- Tudo o que você gostaria que acontece de novo e de novo e de novo (o que não é, necessariamente, feliz)
- Todas as suas ambições frustradas
- (e claro) todas as suas (outras) frustrações
- TODAS as suas conquistas
- tudo que faz o seu ego inflar
- todos os palavrões que você gosta de dizer
- tudo o que vc queria ter dito e não disse
- e uma pitadinha de pimenta
- e outra de pó-de-mico (pq vc nao sabe o que é pó-de-mico até essa b*%!@ cair em você)

Fecha a tampa/porta, configura pra lavar na água quente (sim, pq tem que descolorir tudo, pra tudo ficar bem manchadinho e misturado), põe bastante amaciante (pq ninguém gosta de aspereza ao primeiro toque), esquece o sabão em pó (a finalidade aqui não é, de fato, lavar alguma coisa) e aperta o botão ligar. E esquece a máquina e vai fazer qualquer outra coisa - eu fui besta e preguiçosa e fui dormir.

Quando você voltar pra retirar tudo da máquina... S-U-R-P-R-E-S-A!!! Você conseguiu uma baita confusão mental e uma passagem só de ida e sem opção de descarte (até pq vc não vai querer voltar) pra trabalhar de babá-bombril (mil e uma utilidades) do outro lado do oceano! =)
Mas não se preocupe, você estará bem enquanto lembrar exatamente o motivo que te fez ir com tanta besteira até a tal da lava-roupa que ficou na sua casa.

That sweet memory Marie got, called Zen.


The one who changed what should never had changed.



I have this only one sweet and soft memory of you...
You told me to meet you there, on that very street which we know where it ends. But it's not the place where it ends that matters, but what happened there.
Nothing happened, remember? At least, nothing significant. Important, yes, just not significant.
I met you on the hall of that building where you worked with your uncle, and then we crossed the street. I remember the receptionist asked you something, like who you were and where were we going, but you just told him one of your white little lies, and he took it.
So we went to terrace. It was almost sunset and we could see the sea from there. Just the spot where we used to stay, hanging out, in a friendly way, playing and singing. But the colors on the sea, under that sunset, was amazing!
A bunch of colors mixing the water, gracefully lightened, calm, still. And the wind was perfect. Not hot, not cold. Perfect.
And suddenly I couldn’t see you around me. How surprised I got when, when I turned back, you were just behind me, looking straight to my eyes.
I could feel you breath, but it didn’t last much, 'cuz you started singing softly that sweet song you made for me, dancing with me nicely under that magical view. When you finally stopped, I was thinking to ask you to sing and dance again, but I caught my self holding breath, held close to you between your arms, only one feet touching the ground, seeing the sky right above our heads. And I couldn’t stop looking into your eyes, so blue, so clear, so bright. But then I closed mines, just when you kissed me. And what a kiss! It could have last forever, all that moment... just... forever.

Mais uma teimosia ignorante.

Acho que vou pra sempre ansiar por alguém como você. Mas é irônico o caos que o orgulho pode trazer para nossas vidas, não é?
Você quer tanto uma coisa, a idealiza e quando a encontra, se vê pesando todos os prós e contras - quando na verdade, tudo o que teria que fazer era tomar tal coisa para si. Mas o orgulho chama mais alto, como sempre, e você se pega dizendo "não é tão bom assim pra mim; tinha que ser assim, assim e assado.". Como somos estúpidos. Complicados e cegos.
É como quando você sonha sua infância toda sobre seu futuro e quando ele finalmente bate a sua porta, você se assusta ou com a perspectiva de não conseguir dar conta do tranco ou, pior ainda, de ser tão bom quanto você sonhou e finalmente ser feliz.
Coloquemos assim... Eu queria muito cantar aquela música perfeitamente bem, acredito que não apenas porque eu a idolatrava, mas porque eu simplesmente não conseguia cantá-la, possuía notas incrivelmente altas.
Mas como todo passarinho que não sabe voar, eu fiquei triste por não conseguir cantar, mas persisti. E nessa persistencia, não deixei a peteca cair e o aprendizado rendeu momentos hilários e especiais, inesquecíveis mesmo. Mas quando eu finalmente aprendi a cantar aquela música, aqueles momentos pareciam incrivelmente distantes e os novos momentos felizes, apesar de repercutirem nos dias seguintes aos que aconteciam, simplesmente pareciam que não aconteceriam novamente. E eu parei de cantar, afinal, de que adianta cantar em uma gaiolinha? Cantar bem, se você de fato não pode ter nada daquilo que canta? Ter, sem ter de verdade. E a felicidade de ter alcançado aquela nota foi incrível, mas me impediu de ver o que de fato acontecia ao meu redor, e quando finalmente eu tomei coragem e mergulhei de cabeça na piscina de acontecimentos, dei com a cabeça no chão duro, como se durante o mergulho a água fosse evaporando conforme eu caía, até não ter mais nada ao atingir o que outrora seria o fundo.
Sim, eu acho que a felicidade pode ser tão assustadora quanto a tristeza. Mas é errado negar que uma não existe sem a outra, já que sem a tristeza não apreciariamos a felicidade em nada. Assim como que, sem a solidão, jamais sentiria falta daquela companhia que tanto gostamos e ansiamos em ter - tanto quanto jamais enalteceríamos o silêncio sem conhecer um estrondoso e repetitivo barulho degradante aos nossos ouvidos.

Coisas pra contar

Eu tive uma terrível boa-má notícia hoje.
Shame on me.
Vou ficar com sorriso metálico.

8O


Shit. Ah, não entendeu a boa-má notícia? Bad, bad blog. No donut for you.
A parte boa é que (segundo ouvi TODO MUNDO dizer) dói e incomoda TANTO que você passa a não querer e evitar comer. É, poisé - eu vou por o fixo. (falar nisso tenho que pensar numa cor escrota praqueles trequinhos... dammit)
Oh, não, sejamos positivos: eu posso e vou por a (porra) do aparelho fixo. Yay \o (sentiu a vibração né?)
A parte ruim, além da estética ÓBVIA e a ausência obrigatória de coca-cola em minhas refeições (que vão durar "pouco tempo" segundo a médica: cerca de um ano, um ano e meio)... bom... a parte ruim é deveras ruim pra eu poder descrever aqui. Ficará em meus pensamentos maliciosos.



Notícias estranhas dadas, vamos agora as normais:
Caralho, como eu ando sonhando com você! Quero dizer, não exatamente com você, mas quase todo dia você anda aparecendo, de um jeito ou de outro, nos meus sonhos - que, diga-se de passagem, estão cada vez mais bizarros. Essa noite foi um que foi muito estranho e eu lembro de ter acordado assustada - eu acordei sentada e assustada e não conseguia voltar a dormir porque sempre que eu começava a sonhar, eu acordava pq tinha sonhado com um imenso relógio analógico dizendo que já eram 5 pras 8 da manhã (ou seja, eu estava descaradamente atrasada para o estágio), sendo que, cada vez que eu abria o olho, meu macbook me informava pelo protetor de tela que ainda era 7:05 da manhã! MAS O MALDITO RELÓGIO SEMPRE VOLTAVA A APARECER. Resultado: cheguei no trabalho VINTE minutos mais cedo. VINTE!

Oh, boy... tô viciando em você.




(não, não sou fã de TruBlood, nem assisto isso mais, mas a música é inegavelmente boa e apropriada)



Sonhos esquisitos.


Engraçado que até o sonho da escola-ginasial-shopping-center eu já voltei a ter.
Imagine você chegando num daqueles ônibus beeeem retrôs a um pavilhão IMEEEEENSO de três andares. Aí você desce do ônibus, que pára num estacionamento próprio pra ele, sobe uma rampinha básica e dá de cara com um "mercadão" da vida. De quinta categoria, mas limpinho e organizado, dentro da medida do possível. Aí você sobe uma escada e um armário dois por dois te breca dizendo que é preciso documentação pra entrar - mas como ótima pessoa responsável com papéis que você é, você esqueceu a porra do seu cartãozinho, então você pede pro cara verificar seu numero no imenso calhamaço que ele tem e... (sim, referência aos meus nós em pingos d'água pra entrar no Grêmio quando eu perdia a carteirinha)... e pimba! Seu nome tá lá. E você entra.
Bom, aí tem uma papelaria e livraria de fazer brilhar os olhos *-* E mais um monte de lojinha.
Aí você sobe uma rampa rolante e dá de frente com uma biblioteca e mais um monte de salas de aulas. UM MONTE. E um monte de de adolescente uniformizado. UM MONTE. E aquele monte (sim) de armário metálico. Mas aí vc olha pra si e percebe que não tá de uniforme e é exatamente quando o inspetor surge, puxando uma outra garota (que já trabalhou comigo, diga-se de passagem) que também está sem uniforme e coloca vocês na rampa de saída, dizendo que "sem uniforme, sem aula" e aí as duas começam a reclamar que "puta que pariu, viajaram pra nada" e ele diz "todo mundo viaja, meninas. não esqueçam o uniforme" (e sim, todo mundo viaja, pq a joça do lugar fica bem no meio da estrada). Ai vcs duas descem pra, duh.. ir jogar no fliperama. Só que vc resolve ir no banheiro e eis que vem a cena mais estranha do sonho:
Uma mãe grávida de uns 7 meses tá no banheiro com um bebê de colo e duas crianças com cerca de 4 e 6 anos puxando a barra da saia dela. Ela diz que precisa por a menininha mais nova no banheiro e pede pra você (com sua roupa estupidamente branca) segurar o bebê de colo pra ela. QUando vc se dá conta, você ja tá com o bebê. A cena seguinte é a mãe te agradecendo e pegando o bebe de volta, enquanto vai embora e vc fica pra trás. Ai vc vai se olhar no espelho e tcharam: VOCÊ TÁ INTEIRA SUJA DE MERDA DE NENÊ. E xinga bastante. Como boa louca que você é, você tira a blusa, fica só de jeans e sutiã (na ocasião, preto, pra variar) e vai procurar uma loja mais próxima pra arrumar algo pra vestir. Você compra, mas esquece que nao trouxe nenhuma merda de documento ou dinheiro e...


Bom, aí eu acordei, suando em bicas e sem entender nada de nada.

Like a white winged dove...

... we can sing, and we can fall. But we can always fly once more again.

Ouso dizer que já não sinto sua falta.
Que você agora já não passa de uma lembrança gostosa.

Ouso dizer que estou mais leve, mais tranquila. E que meus medos que tanto me apavoravam agora são só detalhes aparentemente simples de lidar.

Senti meu coração bater mais forte, nao por amor ou paixão. Mais por vida, por finalmente ter notado a janela aberta e ter percebido e ido além dela.
Senti meu pulmão enxer-se de ar -- e foi realmente bom!

Senti raiva, senti tristeza. Me vi cair de joelhos sobre as areais com pedrinhas afiadas, mas nem por isso deixei de me levantar, embora o tenha feito com muita dificuldade.

Ouvi a melodia do vento com as árvores e de cada pássaro com seu canto maravilhoso.

E embora tenha presenciado tudo isso, voltei a afogar-me em mágoas e lembranças pezarosas, daquelas que só te puxam pra baixo, sem nem te pediram licença.
Mas embora esteja assim, não me sinto mais desesperada ou sem solução, porque sei que tempo vai, tempo vem, cada peça desse quebra cabeça imbecil do qual eu tenho participado vão finalmente se encaixar e essa jogada vai terminar. E como estou fazendo minha parte, seja qual for o resultado, terá sido merecido.

Ah, mas nem por isso deixei de cantar. E devo dizer que embora sem prática ou treino, não tô cantando tão mal assim. Não tá algo digno de ovação. E dane-se quem achar que sim.

Sem muito o que postar, só precisava desabafar. Aliás, até tenho algo novo a postar, uma historinha, ou o começo dela... mas ficou em um papel rabiscado em casa. Postarei depois ;D



Merdas acontecem, sim! E daí?

Bom, exclui meu orkut, exclui meu fotolog.. e só nao exclui o formspring pq ele virou minha terapia particular.

Quero dizer aqui que, eu ter continuado a vida e nao ter morrido do lado de cá nao signifca q eu sou louca pirada deslumbrada e/ou transtornada. Significa q já nao quero deixar a peteca cair a cada complicacao que eu encotrar na minha vida. 
Se me chamam pra sair, eu vou mesmo, ainda mais aqui nessa joça de lugar q raramente tem o que fazer. Eu nao vou ficar pelos cantos, nao to sentindo essa necessidade. E se quiserem ter noticias minhas, é, leiam aqui. Não to esperando comentários, nem nada do tipo. E se quiserem comentar e nao der certo, como aconteceu com minha querida, amada e adorada bebezinha, minha irma! (nao estou sendo sarcastica nem iroinica, eu adoro essa garota mesmo)... Mandem ver no meu forms ;D FormFuckin'SpringME now!!!

Pelo AMORDEDEUS, nao me perguntei pq de rainhabranca! Eu já expliquei no primeiro post deste lugar.

MANO, se querem me ver mal, fiquem mal por mim blz? Mas nao mostrem piedade, dispenso isso... Meu dia de trabalho foi uma bosta pq eu fiquei (sim, eu sou HUMANA) mal com o que aconteceu.

Bom, pra quem tá boiando, eu to falando do meu namoro, que eu dei fim nele e sim, assumi o pq disso, falei os reais motivos da coisa. Nao quero continuar vivendo uma mentira, isso mata a gente por dentro. E nao é autopiedade, arhg credo, é bom senso e saco cheio de "faz de contas". O que eu fiz nao me torna pior ou melhor que alguém, eu fui eu e boa. BOA... Errando e aprendendo! E quem não faz merdas direto, que atire  a primeira pedra! É impossível aprender sem errar!
Aí vem vc, aquele cético medido a gostosao, escroto, me dizer que "tem sim, sua vaca! é só aprender com os erros dos outros". Pois bem! Vai lá aprende e depois me conta se vc resistiu a tentação do "ah, isso nao acontec comigo, pq sabe, eu nao sou como fulano, eu penso, eu sei ser frio, e a porra a 4"
Bom, se vc for assim, bom pra ti! ;D 


Eu fiz merda, escondi a merda, depois quis terminar, ai nao queriam entender os bons e sinceros e "neutros" motivos, ai eu assumi minha merda. Sei que deveria ter ido pro tumulo com isso, mas nao deu. Nao deu. NAO DEU.

Ah, se vc, aí do outro lado da tela, tá achando ruim eu estar dizendo isso, entao vem cá me dar uma surra - talvez eu esteja precisando. PQ SABE, embora eu tenha 21 anos, depois dos 18 as pessoas continuam precisando de certas orientações, e não apenas de broncas, cascos e dedos apontadores e recriminadores. Algumas conversas, por piores que sejam, desde que bem ditas com palavras devidas... são SEMPRE bem vindas. Nao to falando de nego passar mao na minha cabeça, mas nao doi ser cauteloso e sensato com as palavras, ajuda a gente a nao entender o A como G e continuar fazendo merda e bla bla bla whikas sache.

E SIM, EU TO FULA DA VIDA COM UM MONTE DE COISA, E NAO SOMENTE COM ISSO QUE ACONTECEU! PQ EU SOU HUMANA TÁ... e nao extravaso porra nenhuma a muito tempo, com excecao de hj q...



EU JOGUEEEEEI BOLICHE!!!
yeeeeeeeeeeeahhh!
foi mtooo bom!
nossa, uhaeuhaeuhaeuhaeu como eu sou ruim naquilo. quero dizer.. de todas as partidas, eu ganhei uma soh, mas meu L.E.R. nao ajudou e eu custei a pegar o jeitinho da coisa ^^ Mas é MUUUUUITO bom! Caramba huaeuhaeuha 

Mas ai a sensacao de leveza, sim, leveza, pq eu descontei tudo nas bolas.. UI! eauhaeu zuera... bom, a sensacao de leveza passou, pq depois neh, lah fui eu descriminada d novo. Anyway, todas as criticas sao bem vindas.

E, ah, minha indole nao mudou, eu continuo sendo a mesma nerd bobona e sem nocao de antes ;D Só que agora com uns interesses a mais xD Principalmente pq to começando a focar minhas vontades de futuro profissional, yeah ;D

Agora, aqueles que nao querem ficar de ombro amigo de uma pessoa devido ao término da relaçao dela, nao me mandem ficar depre, nao me digam pra ficar sentindo triste pq eh isso q recem solteiros fazem. Sinto mto, nao quero, dispenso. E nem to pedindo ombros amigos pra ninguem. Nooo, thanks. (mas agradeço saber que tem alguem por ai que seja amigo a esse ponto uheaueauuh =x ) Obrigada aos que já sao! Vcs sao umas gracinhas ohh huaeuhaeuhaeuhae ;D

E ao meu ex.. vc foi fantástico! Eu, bom... pedir desculpas nao adianta, mas... Acho que deu pra entender né?
Vc foi extremamente especial, o melhor, mais dedicado, carinhoso, atencioso... e perfeito... Eu, só não dava conta mais. Te desejo o melhor que a vida pode ter...

"E você pode contribuir com um verso."

Definitivamente, não é este - seguem aqui um desabafo matinal, sem reclamações! Ui...


Das coisas que fazem parte de mim, essa ilusão de ótica caótica...

Uma indecisão absurda, sonhos grandiosos, vontade de estar aqui, e ao mesmo tempo entre as estrelas deste céu tão lindo, embora apagado pelas luzes da cidade. Um lápis, uma borracha e uma folha na mão. Uma caneta, um caderno, um bom livro, rock ou música clássica no iPod e um projeto novo no Mac...

Um sonho, um passo adiante, vanguardista...
Um piração, um jogo novo, um desafio...

Metamorfose! Quem eu era e quem sou? E mais importante, quem serei?

Uma nova canção a aprender, uma nova tradução a fazer... E uma embalagem e projetos de animação muito doidos a resolver!

Uma ligação...
Uma palavra!
Ração pras gatas!
Vermelho na conta bancária...

Desce as escadas, portão afora, conversa sem prosa e propostas ao vento...
Novamente uma gargalhada!

Escadas acima, Sonho de Liberdade ou Sociedade dos Poetas Mortos na tv.

Sono...
Sono...

Riiiing! Novamente o alarme pra despertar, e eu voltar pra rotina do dia e trabalhar...

Trabalhar, estudar, 'projetar' e depois descansar - descansar?

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Meeeeeeeeeu, como eu oscilo!
Ontem estava a ponto de arremessar o celular na parede (só nao o fiz pq é emprestado da minha maninha querida!), de cortar os pulsos e matar um... Tá, nao necessáriamente nesta ordem, mas....
Ai hoje eu to assim, retardadamente alegre!
Porra oO
Vai entender!

Meu, que azar, lei de murphy o cacete!
To eu chegando no trampo cedinho né, com minha mochila equipada para eu poder sobreviver o dia sem ir casa (ou seja, com notebook, livro, caderno, estojo, uma troca de blusa, um guarda-chuva [tava chovendo] e carteira, quando, de repente, PLAC! A alça da mochila arrebentou!
MeeeeeeO! Pior que arrebentou a alça que nao podia! A alça direita! Ou seja, tive que carregar aquela coisa pesadééérrima tudo no ombro esquerdo - e meu braço esquerdo ta bugadaço! Dói o dia todo... lateja!
Aff...
Ai agora to sem poder carregar meu note =/~~
E meus livros... :(

Whatever... nao vou morrer por isso!

Alguém aí sabe um jeito fácil de arrumar dinheiro - e sem ser aposta, tem que ser um jeito certeiro e seguro?

BOM! Quanto ao blog ;D
Tô voltando, e espero que seja pra valer! Farei de tudo pra ser ;D
Bom dia, galera!! =P

Até a próxima...
 
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