Ok, a notícia é deste link: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/jovem-morre-depois-de-passar-12hs-jogando-30072011-7.shl


Um jovem morreu de trombose. A causa melhor explicada é:
Chris morreu pela formação de coágulo de sangue, resultado de muitas horas sentado na mesma posição. Segundo o jornal, o rapaz estava com uma trombose venosa profunda.



Mas a headline da notícia foi: Jovem de 20 anos morre depois de passar 12 horas jogando.


Agora...
Eu tô pensando em quantos pais agora vão ficar neuróticos com os filhos jogando videogames ou sequer assistindo tv. Mesmo que por uma mísera hora.
12horas não é saudável, bla bla bla, mas não foi isso que 'causou' a trombose que matou o garoto. Hello!!! - Ele poderia jogar quantas horas quisesse e estaria vivo SE se exercitasse um pouco por semana.
Quero dizer... se você é programador, você passa HORAS a fio sentado no computador. Piora qdo você é gamer e chega em casa e vai jogar - se você tá lendo isso, é pq tá vivo. Vc e mais um zilhão de outras pessoas que trabalham com computador o dia inteiro e chegam em casa e vão jogar ou ver tv. (E nem vem com o papo - 'ah, mas vc levantou pra ir do trabalho pra casa' - mano, ngm falou que o cara tinha um pinico embaixo dele, então ele levantava pra ir no banheiro e pra comer, né...)


Ah, eu mencionei que, mesmo trabalhando o dia todo no computador e passando as horas livres na frente do computador e da tv, ainda estamos todos vivos né?


Então, que tal se, ao invés de ficar proibindo seus filhos de jogar videogame ou ver tv, incentivá-los a praticar algum esporte tb?

The Begining of Her Story

É indescrítivel essa sensação de vazio.
Mentira, não é. E eu já me senti assim antes - a diferença é que agora parece muito mais intensa e real.

Enfim, imaginei esse fragmento hoje e acho que daria um quadrinho maravilhoso. Se pá eu faço *-*



To be born all over again?
You wish.

But to born all over again against your will or without knowing that you were even dead?
Yeah, doesn't sound good at all.

Try to breath underwater. You can't. Try opening your eyes - did you do it?
I did. I saw nothing. It was all dark. I moved a finger first, closed my hands. There was water all around me. Dirty water, with things I don't know what they were.

I got out of that water quickly, sitting down and taking a loud and deep breath, fallowed by lots of heavy breathings, pantings.
Everything was dark. I have some clothes on, obviously soaked - and dirty. Who cares.

What the hell am I doing here, anyway?

O Quase Porquê do "Assim"


Eu lembro que quando criança a gente assistia a esse seriado, The Pretender. Mais do que qualquer outro seriado que eu já havia visto, aquele me prendia a atenção. Jarod era um simulador, um gênio que havia sido capturado ainda criança pelo Centro e treinado pra fazer o que a instituição bem determinasse. Mas Jarod conseguiu fugir. E como Pretender, ele podia ser tudo o que quisesse.
Tinha sido piloto de avião, médico, bombeiro, professor universitário, engenheiro, etc... mas no fim das contas, apesar de cada episódio ser um profissional diferente pra poder descobrir o que queria (e por tabela, ajudar um grande número de pessoas), no final ele era só mais um fugitivo e alguém que havia sido de tudo, menos a si mesmo. O que, creio, é errado dizer, já que ele ser assim era ele como era.


E no fim das contas você tem N habilidades. Você é designer (por mais que negue), canta (sem inspirar ninguém a vaiar), conserta computadores, ensina, dá treinamentos, atende e controla fluxos de caixa; é fotografa, grava e até já fez uns bicos de limpeza pra repor a grana que você gastou inconsequentemente; já foi tradutora amadora, se dá bem com matemática, química e biologia; já estudou pra ser hacker (e adorava isso) e até já foi a pior pessoa que vc nem imaginava poder ser (e que hoje você entende que consegue ser bem pior)... Já foi a garota que deu a volta por cima e se descobriveu quase invencivel, a sangue frio mercenária que adorava ver um sangue jorrar, a arqueira arcana que recontou toda a História como se conhece e também já foi a herdeira boêmia, fria e arredia, mas complentamente intensa em tudo que faz. Mas o que você não soube ser foi ser você mesma - pois, por mais que o faz de contas alimente nossas necessidades mais básicas (ou ao menos nos dê a sensação de), chega uma hora que a realidade bate a sua porta e, como num piscar de olhos, o tempo passou, tudo mudou e o espelho não é mais uma passagem secreta, e sim apenas algo que reflete a imagem de algo que nem sempre você se contenta em ver.
Mas é quando essa tênue linha, que pode te derrubar pra um momento ultra-depressivo, vibra, você se vê fazendo algo que não imaginaria: com uma postura invencível, você tá completamente equilibrada sobre suas pernas, com uma expressão desafiadora e brincalhona (mas que de brincadeira não tem nada) no rosto e um olhar que frisa a expressão de sua mão, que gesticulou um incrível foda-se pra tudo o que está errado - até a si mesma.

E ai você cai nesse ciclo vicioso de ficar se reinventado toda hora, e sempre que dá errado, manda tudo a merda e começa de novo. O que só vira um problema quando você se esquece dos propósitos que te levaram a cada decisão - mas foi esse mesmo esquecimento de propósitos e sonhos que te fez querer e tentar ser tanta coisa ao mesmo tempo. "Tentar", pq no fim das coisas você não foi nada por completo e apenas acabou como alguém com N habilidades e sem saber o que realmente quer ser - até pq, depois de ser tanta coisa em pouco tempo, você acaba querendo ser mais outro tanto de coisas que você ainda não foi.

Mas no fim, tudo o que vc quer é que tudo acabe bem - até pq enquanto não estiver bem, não acabou.

Receita Desmiolada pra Gaiola "Do-Contra"

Antes de mais nada, não entendam errado. Eu adoro essas crianças e elas são ótimas, fantásticas e, principalmente, umas fofuras! *-* Awn! Até pq, elas me lembram ótimas coisas que deixei pra trás (mas volto pra buscar! hahaha)
O blablablá abaixo é sobre a decisão em si. =) 


Receita Desmiolada pra Gaiola "Do-Contra"

Tudo o que você precisa é uma máquina de lavar-roupas, afinal de contas, você não quer sujar (diretamente) as suas próprias mãos,  não é?
Com a máquina de lavar-roupas de tampa/porta aberta, você joga lá dentro (no mínimo):
- Todo o seu orgulho (ou quase)
- Todas as lembranças que te causam mágoas
- Todas as suas dores
- Todas as saudades (que vc já sente, sentiu e sabe que ainda vai sentir)
- Os eventos mais felizes e recentes
- Tudo o que você gostaria que acontece de novo e de novo e de novo (o que não é, necessariamente, feliz)
- Todas as suas ambições frustradas
- (e claro) todas as suas (outras) frustrações
- TODAS as suas conquistas
- tudo que faz o seu ego inflar
- todos os palavrões que você gosta de dizer
- tudo o que vc queria ter dito e não disse
- e uma pitadinha de pimenta
- e outra de pó-de-mico (pq vc nao sabe o que é pó-de-mico até essa b*%!@ cair em você)

Fecha a tampa/porta, configura pra lavar na água quente (sim, pq tem que descolorir tudo, pra tudo ficar bem manchadinho e misturado), põe bastante amaciante (pq ninguém gosta de aspereza ao primeiro toque), esquece o sabão em pó (a finalidade aqui não é, de fato, lavar alguma coisa) e aperta o botão ligar. E esquece a máquina e vai fazer qualquer outra coisa - eu fui besta e preguiçosa e fui dormir.

Quando você voltar pra retirar tudo da máquina... S-U-R-P-R-E-S-A!!! Você conseguiu uma baita confusão mental e uma passagem só de ida e sem opção de descarte (até pq vc não vai querer voltar) pra trabalhar de babá-bombril (mil e uma utilidades) do outro lado do oceano! =)
Mas não se preocupe, você estará bem enquanto lembrar exatamente o motivo que te fez ir com tanta besteira até a tal da lava-roupa que ficou na sua casa.

That sweet memory Marie got, called Zen.


The one who changed what should never had changed.



I have this only one sweet and soft memory of you...
You told me to meet you there, on that very street which we know where it ends. But it's not the place where it ends that matters, but what happened there.
Nothing happened, remember? At least, nothing significant. Important, yes, just not significant.
I met you on the hall of that building where you worked with your uncle, and then we crossed the street. I remember the receptionist asked you something, like who you were and where were we going, but you just told him one of your white little lies, and he took it.
So we went to terrace. It was almost sunset and we could see the sea from there. Just the spot where we used to stay, hanging out, in a friendly way, playing and singing. But the colors on the sea, under that sunset, was amazing!
A bunch of colors mixing the water, gracefully lightened, calm, still. And the wind was perfect. Not hot, not cold. Perfect.
And suddenly I couldn’t see you around me. How surprised I got when, when I turned back, you were just behind me, looking straight to my eyes.
I could feel you breath, but it didn’t last much, 'cuz you started singing softly that sweet song you made for me, dancing with me nicely under that magical view. When you finally stopped, I was thinking to ask you to sing and dance again, but I caught my self holding breath, held close to you between your arms, only one feet touching the ground, seeing the sky right above our heads. And I couldn’t stop looking into your eyes, so blue, so clear, so bright. But then I closed mines, just when you kissed me. And what a kiss! It could have last forever, all that moment... just... forever.

Mais uma teimosia ignorante.

Acho que vou pra sempre ansiar por alguém como você. Mas é irônico o caos que o orgulho pode trazer para nossas vidas, não é?
Você quer tanto uma coisa, a idealiza e quando a encontra, se vê pesando todos os prós e contras - quando na verdade, tudo o que teria que fazer era tomar tal coisa para si. Mas o orgulho chama mais alto, como sempre, e você se pega dizendo "não é tão bom assim pra mim; tinha que ser assim, assim e assado.". Como somos estúpidos. Complicados e cegos.
É como quando você sonha sua infância toda sobre seu futuro e quando ele finalmente bate a sua porta, você se assusta ou com a perspectiva de não conseguir dar conta do tranco ou, pior ainda, de ser tão bom quanto você sonhou e finalmente ser feliz.
Coloquemos assim... Eu queria muito cantar aquela música perfeitamente bem, acredito que não apenas porque eu a idolatrava, mas porque eu simplesmente não conseguia cantá-la, possuía notas incrivelmente altas.
Mas como todo passarinho que não sabe voar, eu fiquei triste por não conseguir cantar, mas persisti. E nessa persistencia, não deixei a peteca cair e o aprendizado rendeu momentos hilários e especiais, inesquecíveis mesmo. Mas quando eu finalmente aprendi a cantar aquela música, aqueles momentos pareciam incrivelmente distantes e os novos momentos felizes, apesar de repercutirem nos dias seguintes aos que aconteciam, simplesmente pareciam que não aconteceriam novamente. E eu parei de cantar, afinal, de que adianta cantar em uma gaiolinha? Cantar bem, se você de fato não pode ter nada daquilo que canta? Ter, sem ter de verdade. E a felicidade de ter alcançado aquela nota foi incrível, mas me impediu de ver o que de fato acontecia ao meu redor, e quando finalmente eu tomei coragem e mergulhei de cabeça na piscina de acontecimentos, dei com a cabeça no chão duro, como se durante o mergulho a água fosse evaporando conforme eu caía, até não ter mais nada ao atingir o que outrora seria o fundo.
Sim, eu acho que a felicidade pode ser tão assustadora quanto a tristeza. Mas é errado negar que uma não existe sem a outra, já que sem a tristeza não apreciariamos a felicidade em nada. Assim como que, sem a solidão, jamais sentiria falta daquela companhia que tanto gostamos e ansiamos em ter - tanto quanto jamais enalteceríamos o silêncio sem conhecer um estrondoso e repetitivo barulho degradante aos nossos ouvidos.

Bla, bla, bla... Yak, yak, yak.

As vezes tudo o que a gente mais quer é se reiventar. Quando somos adolescentes, é porque não somos tão legais como gostaríamos que fôssemos. Quando estamos na faculdade, é a necessidade de se reinventar a cada merda que fazemos. E depois da faculdade, é a vontade absurdamente intensa de se reinventar nascendo de novo, mudando tudo o que você é – como se isso fosse tornar as coisas melhores ou simplesmente apagar da história tudo de ruim que você já fez.

Era um dia como qualquer outro. Ríamos, nos divertíamos, nos aloprávamos, fazíamos piadas, brincadeiras bobas, assediávamos por qualquer motivo bobo - só porque éramos nós mesmos. Só porque a companhia sempre era especial e porque se fosse outra pessoa ali, provavelmente não seria daquela maneira.
Mas era um dia quente que não deveria ter acontecido. Um acidente, banal, remediável, curável e nada sério, aconteceu. 
Duas pessoas. Um ambiente. Um móvel. Uma situação. Um acidente. E uma coisa toda jogada no lixo.

What a wicked thing to say...
What a wicked thing to do, to make me dream of you.

É legal saber que tudo passa, mas isso é uma faca de duas pontas, pois é tão legal quanto é doloroso os efeitos que o tempo têm sobre as coisas de nossas vidas.
As vezes ele cura feridas que pareciam incuráveis, mas também leva de nós coisas e pessoas das quais jamais abriríamos mão. E isso dói. E dói e muito.

I miss you, miss you...

Um acidente. E uma coisa toda jogada no lixo. E um esquecimento de um evento importantíssimo da pessoa mais importante de minha vida. Uma mágoa. Um choro interminável. Uma ferida profunda que dessa vez nem o tempo vai fechar. Uma imagem refletida no espelho que dessa vez não está embaçado nem sujo - e não é uma imagem legal de se ver.

No meio de tanto contratempo e coisa chata acontecendo, a gente se abala tanto que não repara que a vida não é só aquilo ali e quando menos percebemos, o estrago do esquecimento já foi feito. Você esquece uma data importante de alguém importantíssimo, e não há rosas e perfumes que tornariam a situação menos mal. Você reza para o tempo ser milagroso e curar mais uma ferida, mas no fundo, você sabe que a ferida que você causou vai estar sempre lá, latente. E ai você nota que é um gênio, pois fez o que era pra ser um paraíso, virar um inferno de uma série de acontecimentos ruins.



Sing little heart, sing... Sometimes that's all left to do.

My delicious mistake


Those words were once stucked in my mouth just as my heart was exploding
making more noise than a heavy storm, making me silly and making me do more mistakes just to fill that goddamn hole I felt missing you.

Today, just today, maybe tomorrow, but certainly not yestarday or the day before that, these words can be read in past tense.


I cannot pay attention in nothing anymore
nothing, besides you, my mistake
In every breath,
in every desire,
in every dream,
in every melody,
in every single beauty in nature
in every tasted flavor
The only thing I can see,
hear,
and feel
is you, my delicious mistake
With eyes wide open
or totally closed…
with skies cleaned
or colored like a dead Tv channel….
With a cold weather,
or even the hottest one…
All I wish is to stay one more night with you,
my mistake…
my delicious and well done secreat.
Regreat nothing
and pray every night, every moment I have alone
yeah, I pray that you dont regreat it too…
I pray to heaven that you miss me just like I'm missing you
Because I dont wish nothing more but you
My perfect secreat…. the delicious mistake I got.
I just wish, every time my mind goes peaceful
that we could be together
that everything stopped to matter
Oh! Please, dont go…
In every breath,
in every desire,
in every dream,
in every sweet melody I hear…
All I wish is to be with you
even for a couple of days in every month
just to call you mine
and hear you say I'm yours.
To have your kisses,
oh, that tastes just goddamn fine!
To be hugged by you with your arms,
feeling safe as I feel my adrenaline reaching high…
To hear you say I'm yours…
and call you mine.
Oh please, (dont you never) come back (anymore...)

Coisas pra contar

Eu tive uma terrível boa-má notícia hoje.
Shame on me.
Vou ficar com sorriso metálico.

8O


Shit. Ah, não entendeu a boa-má notícia? Bad, bad blog. No donut for you.
A parte boa é que (segundo ouvi TODO MUNDO dizer) dói e incomoda TANTO que você passa a não querer e evitar comer. É, poisé - eu vou por o fixo. (falar nisso tenho que pensar numa cor escrota praqueles trequinhos... dammit)
Oh, não, sejamos positivos: eu posso e vou por a (porra) do aparelho fixo. Yay \o (sentiu a vibração né?)
A parte ruim, além da estética ÓBVIA e a ausência obrigatória de coca-cola em minhas refeições (que vão durar "pouco tempo" segundo a médica: cerca de um ano, um ano e meio)... bom... a parte ruim é deveras ruim pra eu poder descrever aqui. Ficará em meus pensamentos maliciosos.



Notícias estranhas dadas, vamos agora as normais:
Caralho, como eu ando sonhando com você! Quero dizer, não exatamente com você, mas quase todo dia você anda aparecendo, de um jeito ou de outro, nos meus sonhos - que, diga-se de passagem, estão cada vez mais bizarros. Essa noite foi um que foi muito estranho e eu lembro de ter acordado assustada - eu acordei sentada e assustada e não conseguia voltar a dormir porque sempre que eu começava a sonhar, eu acordava pq tinha sonhado com um imenso relógio analógico dizendo que já eram 5 pras 8 da manhã (ou seja, eu estava descaradamente atrasada para o estágio), sendo que, cada vez que eu abria o olho, meu macbook me informava pelo protetor de tela que ainda era 7:05 da manhã! MAS O MALDITO RELÓGIO SEMPRE VOLTAVA A APARECER. Resultado: cheguei no trabalho VINTE minutos mais cedo. VINTE!

Oh, boy... tô viciando em você.




(não, não sou fã de TruBlood, nem assisto isso mais, mas a música é inegavelmente boa e apropriada)



Sonhos esquisitos.


Engraçado que até o sonho da escola-ginasial-shopping-center eu já voltei a ter.
Imagine você chegando num daqueles ônibus beeeem retrôs a um pavilhão IMEEEEENSO de três andares. Aí você desce do ônibus, que pára num estacionamento próprio pra ele, sobe uma rampinha básica e dá de cara com um "mercadão" da vida. De quinta categoria, mas limpinho e organizado, dentro da medida do possível. Aí você sobe uma escada e um armário dois por dois te breca dizendo que é preciso documentação pra entrar - mas como ótima pessoa responsável com papéis que você é, você esqueceu a porra do seu cartãozinho, então você pede pro cara verificar seu numero no imenso calhamaço que ele tem e... (sim, referência aos meus nós em pingos d'água pra entrar no Grêmio quando eu perdia a carteirinha)... e pimba! Seu nome tá lá. E você entra.
Bom, aí tem uma papelaria e livraria de fazer brilhar os olhos *-* E mais um monte de lojinha.
Aí você sobe uma rampa rolante e dá de frente com uma biblioteca e mais um monte de salas de aulas. UM MONTE. E um monte de de adolescente uniformizado. UM MONTE. E aquele monte (sim) de armário metálico. Mas aí vc olha pra si e percebe que não tá de uniforme e é exatamente quando o inspetor surge, puxando uma outra garota (que já trabalhou comigo, diga-se de passagem) que também está sem uniforme e coloca vocês na rampa de saída, dizendo que "sem uniforme, sem aula" e aí as duas começam a reclamar que "puta que pariu, viajaram pra nada" e ele diz "todo mundo viaja, meninas. não esqueçam o uniforme" (e sim, todo mundo viaja, pq a joça do lugar fica bem no meio da estrada). Ai vcs duas descem pra, duh.. ir jogar no fliperama. Só que vc resolve ir no banheiro e eis que vem a cena mais estranha do sonho:
Uma mãe grávida de uns 7 meses tá no banheiro com um bebê de colo e duas crianças com cerca de 4 e 6 anos puxando a barra da saia dela. Ela diz que precisa por a menininha mais nova no banheiro e pede pra você (com sua roupa estupidamente branca) segurar o bebê de colo pra ela. QUando vc se dá conta, você ja tá com o bebê. A cena seguinte é a mãe te agradecendo e pegando o bebe de volta, enquanto vai embora e vc fica pra trás. Ai vc vai se olhar no espelho e tcharam: VOCÊ TÁ INTEIRA SUJA DE MERDA DE NENÊ. E xinga bastante. Como boa louca que você é, você tira a blusa, fica só de jeans e sutiã (na ocasião, preto, pra variar) e vai procurar uma loja mais próxima pra arrumar algo pra vestir. Você compra, mas esquece que nao trouxe nenhuma merda de documento ou dinheiro e...


Bom, aí eu acordei, suando em bicas e sem entender nada de nada.

Prepotência

Eu sei que fiquei mto tempo sem postar e a minha justificativa esdrúxula é "Facul", novamente. Mas vamos lá.

Desabafo, delírio e prepotência

Para você, sou Vivy - aquela garota que encanta e desencanta, supreende, mas as vezes deixa a desejar. Aquela garota que você viu crescer e de repente não conhece mais, mas num piscar de olhos, é como se você voltasse a saber tudo sobre ela. Sou também aquela garota por vezes sem graça, que você não dava nada , até fazia pouco caso - mas que um determinado momento, você sabe que se arrependeu de ter agido ou mesmo pensado algo assim.
Para você, sou Marie. Aquela garota com uma história chata e pesada, mas não digna de ser imortalizada em um livro. Aquela garota inteligente, briguenta, (física e emocionalmente) forte, dona do próprio nariz e com muita garra... que quando quer alguma coisa, faz acontecer. Também uma garota que adora os amigos que tem e tem para com eles um senso de lealdade e companheirismo descomunal - tanto quanto um senso protetor e um elo de vivencia incompreensivel para com seus familiares próximos. Mas que vai desconsiderar totalmente a sua existência se você vier a pisar na bola com relação a companheirismo, confiança e lealdade.
Para você eu sou Eva, aquela mulher que vive a sonhar, com habilidades profisisonais magníficas, uma mente encantadora e tão companheira quanto Marie. Tenho um senso de justiça e lealdade fora do normal, e é isso me move. Mas não se engane: isso não faz de mim nem boa, nem má.
Para você eu sou Scarlett - uma mulher linda, sensual, perigosa e que com certeza vai partir seu coração ou no mínimo te decepcionar pra valer. Eu não vou exitar em mentir e te fazer chorar enquanto eu tiver um objetivo a cumprir. Sou uma caçadora de recompensas, uma assassina de primeira linha e colecionadora de relíquias, e sua vida, sua companhia e seu coração não é nenhuma relíquia que valha a pena ser guardada. Não sou má por natureza, mas me tornei assim e não tenho vontade de voltar atrás.
Para você eu sou Loli: uma artista habilidosa, tão bela quanto Scarlett, se não mais. Sou tão menina quanto mulher - apaixonada, carinhosa, devota, brincalhona, esperançosa, cativante, inteligente, presente e leal: isso enquanto eu não decidir mudar e recomeçar tudo de novo em outro tempo, outro lugar, outra vida. E não é por maldade, mas eu gosto de brincar com seus sentimentos (aprendi a fazer isso deixando que brincassem com os meus sem perceber) e mesmo que você me conquiste (ou melhor, que eu deixe me conquistar), em dois dias você será águas passadas. Não gosto sequer da idéia de apego, mas me agrada a idéia de ter alguém legal, assim, como você, ao meu lado. Mas é um fato: o relacionamento não vai durar e você ainda vai me desejar ter por perto, mesmo que como amiga, que como colega, como qualquer coisa e é por não ser ruim que eu vou aceitar e quando você sumir, mesmo que eu esteja distante, vou trazê-lo de volta, fazê-lo se lembrar de mim. Sim, enquanto Scarlett é fisicamente sádica, uma ladra de bens materiais, tudo o que eu sou e faço é ser emocionalmente sádica e uma ladra de sentimentos e sensações e é daí que expresso minha arte, um canto, uma melodia e um desenho que provavelmente você jamais vai esquecer.

Mas no fim das contas sou apenas a Rainha Branca, uma junção disso tudo aí, com pitadinhas de boas ambições e decisões divertidas, funcionais e ainda assim, as vezes caóticas, que dificilmente alguém um dia irá entender.
 
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