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Coisas pra contar

Eu tive uma terrível boa-má notícia hoje.
Shame on me.
Vou ficar com sorriso metálico.

8O


Shit. Ah, não entendeu a boa-má notícia? Bad, bad blog. No donut for you.
A parte boa é que (segundo ouvi TODO MUNDO dizer) dói e incomoda TANTO que você passa a não querer e evitar comer. É, poisé - eu vou por o fixo. (falar nisso tenho que pensar numa cor escrota praqueles trequinhos... dammit)
Oh, não, sejamos positivos: eu posso e vou por a (porra) do aparelho fixo. Yay \o (sentiu a vibração né?)
A parte ruim, além da estética ÓBVIA e a ausência obrigatória de coca-cola em minhas refeições (que vão durar "pouco tempo" segundo a médica: cerca de um ano, um ano e meio)... bom... a parte ruim é deveras ruim pra eu poder descrever aqui. Ficará em meus pensamentos maliciosos.



Notícias estranhas dadas, vamos agora as normais:
Caralho, como eu ando sonhando com você! Quero dizer, não exatamente com você, mas quase todo dia você anda aparecendo, de um jeito ou de outro, nos meus sonhos - que, diga-se de passagem, estão cada vez mais bizarros. Essa noite foi um que foi muito estranho e eu lembro de ter acordado assustada - eu acordei sentada e assustada e não conseguia voltar a dormir porque sempre que eu começava a sonhar, eu acordava pq tinha sonhado com um imenso relógio analógico dizendo que já eram 5 pras 8 da manhã (ou seja, eu estava descaradamente atrasada para o estágio), sendo que, cada vez que eu abria o olho, meu macbook me informava pelo protetor de tela que ainda era 7:05 da manhã! MAS O MALDITO RELÓGIO SEMPRE VOLTAVA A APARECER. Resultado: cheguei no trabalho VINTE minutos mais cedo. VINTE!

Oh, boy... tô viciando em você.




(não, não sou fã de TruBlood, nem assisto isso mais, mas a música é inegavelmente boa e apropriada)



Sonhos esquisitos.


Engraçado que até o sonho da escola-ginasial-shopping-center eu já voltei a ter.
Imagine você chegando num daqueles ônibus beeeem retrôs a um pavilhão IMEEEEENSO de três andares. Aí você desce do ônibus, que pára num estacionamento próprio pra ele, sobe uma rampinha básica e dá de cara com um "mercadão" da vida. De quinta categoria, mas limpinho e organizado, dentro da medida do possível. Aí você sobe uma escada e um armário dois por dois te breca dizendo que é preciso documentação pra entrar - mas como ótima pessoa responsável com papéis que você é, você esqueceu a porra do seu cartãozinho, então você pede pro cara verificar seu numero no imenso calhamaço que ele tem e... (sim, referência aos meus nós em pingos d'água pra entrar no Grêmio quando eu perdia a carteirinha)... e pimba! Seu nome tá lá. E você entra.
Bom, aí tem uma papelaria e livraria de fazer brilhar os olhos *-* E mais um monte de lojinha.
Aí você sobe uma rampa rolante e dá de frente com uma biblioteca e mais um monte de salas de aulas. UM MONTE. E um monte de de adolescente uniformizado. UM MONTE. E aquele monte (sim) de armário metálico. Mas aí vc olha pra si e percebe que não tá de uniforme e é exatamente quando o inspetor surge, puxando uma outra garota (que já trabalhou comigo, diga-se de passagem) que também está sem uniforme e coloca vocês na rampa de saída, dizendo que "sem uniforme, sem aula" e aí as duas começam a reclamar que "puta que pariu, viajaram pra nada" e ele diz "todo mundo viaja, meninas. não esqueçam o uniforme" (e sim, todo mundo viaja, pq a joça do lugar fica bem no meio da estrada). Ai vcs duas descem pra, duh.. ir jogar no fliperama. Só que vc resolve ir no banheiro e eis que vem a cena mais estranha do sonho:
Uma mãe grávida de uns 7 meses tá no banheiro com um bebê de colo e duas crianças com cerca de 4 e 6 anos puxando a barra da saia dela. Ela diz que precisa por a menininha mais nova no banheiro e pede pra você (com sua roupa estupidamente branca) segurar o bebê de colo pra ela. QUando vc se dá conta, você ja tá com o bebê. A cena seguinte é a mãe te agradecendo e pegando o bebe de volta, enquanto vai embora e vc fica pra trás. Ai vc vai se olhar no espelho e tcharam: VOCÊ TÁ INTEIRA SUJA DE MERDA DE NENÊ. E xinga bastante. Como boa louca que você é, você tira a blusa, fica só de jeans e sutiã (na ocasião, preto, pra variar) e vai procurar uma loja mais próxima pra arrumar algo pra vestir. Você compra, mas esquece que nao trouxe nenhuma merda de documento ou dinheiro e...


Bom, aí eu acordei, suando em bicas e sem entender nada de nada.
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Prepotência

Eu sei que fiquei mto tempo sem postar e a minha justificativa esdrúxula é "Facul", novamente. Mas vamos lá.

Desabafo, delírio e prepotência

Para você, sou Vivy - aquela garota que encanta e desencanta, supreende, mas as vezes deixa a desejar. Aquela garota que você viu crescer e de repente não conhece mais, mas num piscar de olhos, é como se você voltasse a saber tudo sobre ela. Sou também aquela garota por vezes sem graça, que você não dava nada , até fazia pouco caso - mas que um determinado momento, você sabe que se arrependeu de ter agido ou mesmo pensado algo assim.
Para você, sou Marie. Aquela garota com uma história chata e pesada, mas não digna de ser imortalizada em um livro. Aquela garota inteligente, briguenta, (física e emocionalmente) forte, dona do próprio nariz e com muita garra... que quando quer alguma coisa, faz acontecer. Também uma garota que adora os amigos que tem e tem para com eles um senso de lealdade e companheirismo descomunal - tanto quanto um senso protetor e um elo de vivencia incompreensivel para com seus familiares próximos. Mas que vai desconsiderar totalmente a sua existência se você vier a pisar na bola com relação a companheirismo, confiança e lealdade.
Para você eu sou Eva, aquela mulher que vive a sonhar, com habilidades profisisonais magníficas, uma mente encantadora e tão companheira quanto Marie. Tenho um senso de justiça e lealdade fora do normal, e é isso me move. Mas não se engane: isso não faz de mim nem boa, nem má.
Para você eu sou Scarlett - uma mulher linda, sensual, perigosa e que com certeza vai partir seu coração ou no mínimo te decepcionar pra valer. Eu não vou exitar em mentir e te fazer chorar enquanto eu tiver um objetivo a cumprir. Sou uma caçadora de recompensas, uma assassina de primeira linha e colecionadora de relíquias, e sua vida, sua companhia e seu coração não é nenhuma relíquia que valha a pena ser guardada. Não sou má por natureza, mas me tornei assim e não tenho vontade de voltar atrás.
Para você eu sou Loli: uma artista habilidosa, tão bela quanto Scarlett, se não mais. Sou tão menina quanto mulher - apaixonada, carinhosa, devota, brincalhona, esperançosa, cativante, inteligente, presente e leal: isso enquanto eu não decidir mudar e recomeçar tudo de novo em outro tempo, outro lugar, outra vida. E não é por maldade, mas eu gosto de brincar com seus sentimentos (aprendi a fazer isso deixando que brincassem com os meus sem perceber) e mesmo que você me conquiste (ou melhor, que eu deixe me conquistar), em dois dias você será águas passadas. Não gosto sequer da idéia de apego, mas me agrada a idéia de ter alguém legal, assim, como você, ao meu lado. Mas é um fato: o relacionamento não vai durar e você ainda vai me desejar ter por perto, mesmo que como amiga, que como colega, como qualquer coisa e é por não ser ruim que eu vou aceitar e quando você sumir, mesmo que eu esteja distante, vou trazê-lo de volta, fazê-lo se lembrar de mim. Sim, enquanto Scarlett é fisicamente sádica, uma ladra de bens materiais, tudo o que eu sou e faço é ser emocionalmente sádica e uma ladra de sentimentos e sensações e é daí que expresso minha arte, um canto, uma melodia e um desenho que provavelmente você jamais vai esquecer.

Mas no fim das contas sou apenas a Rainha Branca, uma junção disso tudo aí, com pitadinhas de boas ambições e decisões divertidas, funcionais e ainda assim, as vezes caóticas, que dificilmente alguém um dia irá entender.
 
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